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Home seta Competições seta Seletiva Carioca do WCS!
Seletiva Carioca do WCS!
Escrito por Nathasha Ferreira   
09-Jun-2010
Confira o que aconteceu no evento Rio Anime Club!
 
 
No último dia 23, no Clube Hebraica, no Rio de Janeiro, ocorreu mais uma edição do Rio Anime Club. O evento já é velho conhecido do público carioca, com seus torneios de games, a presença do Grall (luta medieval), os stands de vendas e, é claro, o concurso de cosplay, entre outras atrações. Esse evento, no entanto, foi especial, pois sediou a única etapa em terras cariocas do World Cosplay Summit 2010, o WCS.

A competição foi acirrada. Das 7 duplas pré-inscritas através do site do evento, apenas uma não compareceu no dia da disputa, que contou com a presença de duplas das mais variadas, desde as mais experientes até as novatas, dos cosplays mais simples aos mais elaborados.

O CB não podia ficar fora dessa e, abaixo, você pode conferir as entrevistas que nós fizemos com cada uma das duplas, que falaram um pouco sobre si e suas expectativas.
 
 

Entrevista com  Mariana e Maisa


Entrevista com  Mônica e Vivianes
 
Entrevista com Paula e Felipe

Entrevista com Rodrigo e Daniela

Entrevista com Gabriel e Vitor

Entrevista com Petra e Aino



A vaga ficou nas experientes mãos das cosplayers Petra Leão e Alessandra "Aino". Ao saírem do palco, logo após o anúncio da vaga, as duas disseram que estão confiantes e que vão se esforçar para fazer bonito na final mais uma vez. 

O representante da JBC, Edi Carlos, nos concedeu uma entrevista exclusiva, onde fala sobre o WCS, sua organização e execução, algumas polêmicas e até dá algumas dicas pra quem quer participar desse grande concurso. Você confere aqui a entrevista, na íntegra:
 
 

CosplayBrasil - Como foi o primeiro contato da TV Aichi, organizadora do WCS no Japão, com o JBC para que a empresa organizasse a seletiva brasileira do concurso?

Edi Carlos - Na verdade foi a JBC que entrou em contato, 4 anos atrás, com a TV Aichi, através de uma conversa informal entre eu e o Igor, que hoje está lá na Japão trabalhando pela JBC, na qual ele comentou que seria legal levar brasileiros ao Japão, ao invés de só trazer japoneses para o Brasil. Então ele comentou que o WCS estava acontecendo lá no Japão e, como a empresa já estava indo para lá, para abrir a filial japonesa da JBC, então nós conversamos com a organização e fizemos um acordo. Nós então começamos a fazer divulgação, inclusive fizemos o lançamento na Festa do CB.

CB - E oq ue ocorreu esse ano que as seletivas demoraram tanto a ser divulgadas?

EC - Esse ano nós negociamos algumas modificações, e além disso o WCS é um evento muito complicado de ser feito. É um formato glamuroso mas é um formato caro. O WCS não é um evento no formato tradicional como conhecemos, como o ANime Friends, ele é um concurso, que normalmente é incluído em um evento, o que requer parcerias. Esse foi um dos fatores que atrasou um pouco a divulgação das seletivas. Além disso, a própria TV aichi demorou um pouco mais para liberar uma série de coisas. Quem acompanha pela internet sabe que, quando o Brasil ganhou o sinal verde, cinco dias depois foi anunciado que nenhum outro país além dos já participantes entraria na disputa esse ano. 

CB - Você falou em parcerias... Como é feita a escolha de um evento que vai cediar uma seletiva do WCS?

EC - As seletivas acontecem desde 2007. Quando nós começamos procuramos primeiro por eventos que fossem parceiros da editora, como a Yamato, o AnimeCon. Além disso vimos fatores como a quantidade de público que o evento traz, a experiência da organização para conduzir uma seletiva. Depois, a tendência passa a ser manter esses parceiros e o sque não derem certo nós vamos trocando. Mas em caso de aparecerem outros eventos que a JBC ache aptos, os critérios de escolha da editora são saber se o evento é idôneo, se a organização age de forma correta, e etc.

CB - Uma discussão que vem acontecendo faz muito tempo, em fóruns pela internet e entre cosplayers, é a polêmica regra da semelhança física...

EC - Na verdae ela não é propriamente uma regra, mas uma definição do termo "fidelidade", que coloca que vai ser levado em conta tudo que remete à perosnagem. Então seria mentiroso não colocar uma definição como essa. Porque, querendo ou não, o cosplayer deve trazer uma referência, que os juízes comparam com o que estão vendo no palco. Isso não é uma forma de discriminação: na minha opnião, o cosplayer deve analisar bem o que ele vai fazer, se combina com ele, se ele se encaixa na personagem. Ninguém vetou o cosplayer de fazer a personagem que ele gosta, mas ele deve ter a consciência, ao fazer a sua escolha,d e que será julgado. 

CB - Pra você, qual o critério importante ou uma característica essencial que uma dupla que vai representar o Brasil no Japão precisa ter?

EC - Ousadia. Uma dupla precisa também ter organização, concentração e entrosamento e saber ousar. É uma questão de tentiva e erro, mas principalmente de tentativa e de aprimoramento com os erros. É fácil ver os sinais de uma dupla que tem potencial para ganhar uma final: ela chega mais cedo, já com tudo preparado, se arruma com antecedência... Não é que as outras duplas que não façam isso não tenham potencial ou sejam relapsas, porque imprevistos acontecem, mas a pressa faz uma maquiagem não ficar tão legal quanto poderia, ou um acessório ficar mal colocado, por exemplo. São esse pequenos detalhes que fazem toda a diferença. 
 

E, como não podia faltar, o CB Foi Lá, circulou pelo evento, tudo pra mostrar pra você um pouquinho de como foi o Rio Anime Club. Veja nossa cobertura:
 


Atualizado em ( 10-Jun-2010 )
 
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